O mês de Janeiro foi terrível. Depois de Tibet, eis que desaparece Jacques Martins, o último gigante da banda desenhada mundial. Começa a trabalhar na BD em 1946, entrando em 1948 na revista Tintin onde desenha a partir desse ano a série Alix que já conta com 41 álbuns.
Em 1952, surge um outro herói, o jornalista Lefranc, um jornalista que defronta várias vezes o vilão Axel Borg num meio por vezes de ficção cientifica. Já sairam 24 álbuns deste herói com cerca de 20 milhões de ábuns vendidos.
Jacques Martins desenhou ainda, sozinho ou em parceria, a série O Mundo de Alix, desta feita, preocupado com a relação entre a Banda Desenhada e a educação dos jovens. Está a ser ultimado um álbum no tempo do Rei-Sol. Este álbum contará o trabalho profíquo do desenhador português Diferr e que mostrará Alcobaça, Batalha, Lisboa e Tomar. Tivemos o prazer de ver o trabalho relativo a Lisboa e que contém pormenores deslumbrantes de uma Lisboa anterior ao Terramoto. Para ver esta imagem que ainda está exposta é uma questão de nos dirigirmos ao Gabinete de Estudos Olisiponenses (GEO), na Estrada de Benfica, 368.
Mais um gigante da Banda Desenhada que desaparece do nosso convívio.
OBRIGADO JACQUES MARTIN. Fazes parte do meu paraíso e O Paraíso é uma questão pessoal. Vou para o meu paraíso ao reler Lefranc e Alix.



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